Last mile: por que essa etapa é estratégica na logística

O e-commerce é uma área que tem apresentado crescimento nos últimos anos. Segundo dados da Nuvemshop, o setor faturou R$ 235 bilhões em 2025, com um aumento de aproximadamente 15% em relação a 2024. Nesse cenário, conceitos como o last mile ganham espaço, atendendo à demanda de entregas cada vez mais rápidas aos consumidores.

Esse conceito faz parte da etapa final do processo logístico, mas merece atenção por sua complexidade, já que envolve fatores como trânsito, rotas urbanas e prazos curtos. Com isso, seu impacto pode se estender dos custos operacionais à experiência do cliente.

Neste conteúdo, você entenderá o que é o last mile, quais são os principais desafios para realizar a etapa final das entregas com eficiência e como a tecnologia pode auxiliar na logística.

O que é o last mile?

O last mile é a última etapa da entrega, ou seja, a parte em que o produto vai do centro de distribuição até o consumidor final ou o ponto de retirada. Assim, o processo envolve contato direto da marca com o cliente, influenciando fatores como prazo e qualidade da entrega.

Nessa fase, problemas de roteirização podem impactar a imagem da empresa. Isso reforça a importância de contar com uma estratégia eficiente no last mile.

O avanço das compras online trouxe ainda mais relevância a esse conceito, especialmente com as expectativas dos consumidores, que podem envolver entregas rápidas, rastreamento em tempo real e mais previsibilidade sobre os pedidos.

Qual a importância da operação last mile?

Uma boa estratégia no last mile é importante para a imagem do negócio diante do mercado consumidor. Em outras palavras, mesmo que a logística seja bem conduzida nas etapas iniciais e intermediárias, problemas na reta final do processo podem comprometer a experiência do cliente.

Como exemplo, de acordo com uma pesquisa da Associação Brasileira de Logística (Abralog), 50,4% das pessoas afirmam que o cumprimento do prazo prometido pelo e-commerce é a melhor forma de avaliar a qualidade na entrega dos produtos.

Além disso, a eficiência da operação impacta diretamente os custos logísticos, o controle operacional e a capacidade de cumprir prazos. Como as entregas podem ser em diversas regiões, é preciso de uma organização que ajude a evitar desperdícios, atrasos e retrabalho.

Os maiores desafios do last mile

Como os prazos tendem a ser mais curtos, as empresas precisam estruturar processos que possam ocorrer com agilidade sem que isso prejudique o controle operacional, evitando os erros na entrega e o retrabalho.

Especialmente em grandes cidades, o trânsito também deve ser levado em consideração. Nesses casos, congestionamentos e restrições de circulação são fatores relevantes para a elaboração de rotas baseadas em dados de tráfego, distância e tempo de deslocamento.

Falhas de comunicação e dificuldades de localização ainda podem comprometer a operação e elevar o custo final. 

Expply: o controle operacional a favor do last mile

Para auxiliar no last mile, as empresas podem contar com soluções que contribuam para a organização operacional, a roteirização baseada em dados e o controle das entregas em tempo real, favorecendo processos mais eficientes e previsíveis ao longo da operação.

Tecnologias de monitoramento em tempo real também permitem o acompanhamento contínuo das entregas, identificando desvios de rota com mais precisão.

Além de automatizar processos, a tecnologia amplia o controle sobre cada etapa e apoia decisões mais estratégicas na gestão.

Dessa forma, a Expply atua na estruturação do last mile por meio de roteirização e acompanhamento operacional, reunindo a experiência de mais de 3 mil pedidos atendidos nos últimos 12 meses.

Conheça como podemos contribuir para um last mile mais organizado, com gestão estratégica das entregas e suporte ao crescimento da operação, no site.

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